Presidente da RioFilme fala de investimentos e da saga 'Crepúsculo'

"Queremos ser o principal pólo do setor audiovisual na América Latina". A frase resume mais ou menos o que Sérgio Sá Leitão, diretor-presidente da RioFilme, intenciona em sua gestão da empresa pública carioca cuja dimensão volta a apresentar números mais consistentes no investimento em produções e distribuição de audiovisual no estado do Rio de Janeiro.

De um montante irrisório de RS 1,1 milhão em investimentos em 2008, a RioFilme passou a um orçamento de R$ 11,3 milhões em 2009 e a meta a médio prazo, leia-se 2013, é somar recursos próprios (sem depender do orçamento da prefeitura do Rio) com o total de RS 15 a 20 milhões destinados à produção de filmes e distribuição dos mesmos.

Os valores ainda são minúsculos diante do potencial que a cidade tem para a indústria do audiovisual, mas ainda assim já é sinal de que a RioFilme já saiu, nas palavras de Sá Leitão, "de uma posição completamente marginalizada até bem pouco tempo".

Entre os investimentos já previstos no calendário da empresa, estão a ajuda na produção de filmes como Aparecida, o Milagre, de Tizuka Yamazaki - mais um filme de tema religioso cuja previsão de estreia é para dezembro deste ano - e, vejam só, a primeira animação 3D brasileira: Peixonauta, versão cinematográfica do desenha made in Brazil que é exibido pelo Cartoon Network.

Quanto à assistência em produções internacionais, Sá Leitão não divulgou nada além do que já havia sido falado. Sim, eles estão desenvolvendo o projeto do longa Rio, Eu Te Amo (no modelo Paris, Je T'aime e New York, I Love You) e as conversas para o filme de Woody Allen ainda estão em estágio em que nada pode ser confirmado.

Já em relação às possíveis filmagens de Amanhecer (último título da saga adolescente Crepúsculo), Sá Leitão disse apenas que as conversas com a Summit Entertainment produtora da franquia, começaram, mas que não há nada agendado ainda.

fonte:terra

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