Perguntas e Respostas: A Alcatéia de “Lua Nova”




No Segundo filme baseado na série de livros mais vendidos de Stephenie Meyer, o triângulo amoroso sobrenatural entre a humana Bella (Kristen Stewart), o vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson) e o lobisomem Jacob Black (Taylor Lautner) realmente começa a desenvolver.

Na última semana, eu trouxe para vocês algo sobre Lautner, Pattinson e Stewart que eu escrevi depois de participar do dia de imprensa de “Lua Nova” no Hotel Four Seasons em Los Angeles. Esta semana, eu trouxe a vocês Perguntas e Respostas com os três personagens principais do filme e também algumas com os cineastas.

Chaske Spencer, nascido em Oklahoma, que interpreta Sam, Bronson Pelletier, que interpreta Jared, Kiowa Gordon, que interpreta Embry, e Alex Meraz, que interpreta Paul, conversaram sobre vários assuntos, inclusive conviver com o frio, filmando cenas sem camisa e passando tempo como irmãos. (As perguntas e respostas foram editadas por causa do som e tamanho)

Havia um campo de treinamento para lobos ou o corpo de vocês parece bom naturalmente?

Spencer: Não, eles nos fizeram malhar. Era uma hora de treinamento, eles contrataram um treinador. Nós fomos, foi um cara que ajudou em '300'. Eles nos enfiaram nos treinamentos por uma hora e dez minutos, e era um circuito grande de treinamento, com contusões de músculos. Nós também comemos muito. Comíamos seis refeições por dia, três shake de proteínas por dia.

Meraz: E graças ao Chaske, nós também comemos muita torta de maçã.

Spencer: Sim. Sobremesa, também. Sim, fui uma péssima influência.

Pelletier: Fizemos um treinamento pesado, condicionado, treinamento de pesos... Foi bem intenso.

Meraz: Foi crucial para a irmandade, também. Isso nos ajudou a construir a química no set e também durante as filmagens, eu acho que ajudou muito. Nós sofremos uma explosão. Ajudamos uns aos outros, também fazíamos graça – você sabe, como quem fazia mais flexões ou qualquer coisa. Ajudou bastante na nossa caracterização.

Spencer: Acho que a química, você vê nas telas. Nós todos no reunimos, e é bem legal e surpreendente, porque em alguns filmes você não consegue acompanhar outras pessoas, mas neste, eles escolheram bem as pessoas.

Meraz: Eu te amo, cara! Eu te amo, papai!

Pelletier: Definitivamente como irmãos, isso é verdade.

Vocês não acham que seja um problema ficar tão sem camisa na chuva em volta de uma mesa de café da manhã. Vocês falarão de ambas as cenas?

Spencer: Esta chuva foi um pouco difícil. Num ponto, nós ficamos bem juntos para que um esquentasse o outro. Estava definitivamente gelado. Mas passamos por isso, você sabe.

Meraz: Eu acho que Bronson explicou da melhor forma. Ele disse que trabalhávamos cortando vidro.

Spencer: Nossos mamilos trabalharam duro.

Pelletier: Sim, definitivamente. E, acima de tudo, havia a chuva falsa, também. Não era uma chuva aquecida. Era uma chuva gelada caindo em cima de nós, cobertores de chuva. Foi bem selvagem.

A cena da mesa do café da manhã é bem interessante porque acontece depois da grande explosão, então o que me dizem sobre isso?

Spencer: Para mim, vocês conseguem ver todos os personagens deles. Eles vêm a vida. Você vê Paul, Bronson, todos eles vêm a vida e começam a dialogar – além disso, eu fiz uma cena em que beijava Tinsel Korey, o que foi muito bom também.

Meraz: Falando mais sobre isso, é a primeira vez em que você os vê agindo como humanos. Você vê o relacionamento, que nós somos irmãos. Antes, é um pouco estranho, há sombras, você vê antes a cena na qual eu tento matar Bella. Então é a primeira vez em que você vê a irmandade, a brincadeira, o que eu acho que realmente ajuda.

Pelletier: Mostra a camaradagem entre nós, você sabe.

Spencer: O senso de humor. É onde você pode ver toda a química.

Vocês tiveram que continuar com todo aquele treinamento para “Eclipse”? Permitiram alguma folga entre ao filmes? O quão difícil é manter isto?

Meraz: Nós tivemos quarto meses… e é difícil.

Spencer: É difícil manter, porque é muita dieta. É difícil.

Pelletier: Durante a dieta, é bem importante.

E vocês falam sobre irmandade – vocês saíram como uma alcatéia?

Spencer: Sim.

Pelletier: Oh, é claro! Eu amo sair com esses caras.

Spencer: A agenda do filme, é tão grande. Tem uma tonelada de membros no elenco, nós não saímos com todo mundo, então nós acabamos saindo juntos. Foi uma boa companhia.

E o que vocês fizeram em Vancouver?

Spencer: Nós fomos ao boliche. Foi legal.

Pelletier: Assistimos filmes o tempo inteiro. Saímos para dançar, você sabe, qualquer coisa.

Spencer: Clubes, malhar juntos, filmes.


Vocês ficaram no mesmo lugar?

Meraz: Sim, ficamos no mesmo hotel. Mesmo depois de filmar, nós trocávamos mensagens, telefonávamos, apenas para saber se estavam vivos. Nós somos como irmãos. Nós realmente nos importamos uns com os outros, e isso é importante. Nós tivemos muita sorte ao fazer um filme no qual realmente gostamos dos nossos colegas de elenco, o que é importante. Estamos compromissados em fazer Eclipse, e isso ajudou. Acho que as pessoas verão isso nas telas.

Spencer: Você precisa entender, nós todos estamos passando por isso. Não somos apenas indivíduos no fenômeno Crepúsculo, então podemos checar uns com os outros para ver se todo mundo está bem. A atenção, isso pode acabar com a cabeça das pessoas. Ninguém te dá um livro explicando como passar por isso, então nós ficamos de olho para que todos continuem bem.

Meraz: Não chore por nós. (risadas) Não lamente por nós!

Spencer: Sim! Nós somos bem felizes!

Depois disso, como é se apresentar para alguém e dizer “sim, estou em Lua Nova”?

Spencer: Oh, eu não faço isso. (risadas)

Afetou a vida de vocês numa maneira positiva? Quando vocês estão encontrando com eles, as pessoas ficam bem, bem chocadas?

Spencer: Bem, o que é legal, é que chegamos às pessoas da mesma maneira. Quando você conhece certas pessoas, é bem legal. Eu me lembro de quando eu era uma criança, conhecendo alguns de meus heróis, meio que “Oh, eles são caras legais, ótimas pessoas.”

Pelletier: Eu fiz algumas visitas em nome das Fundações de Faça um Pedido. Você sabe, animando o dia de alguém – se você pode fazer isso, é bem legal.

Meraz: Eu acho também, como representantes dos nativo-americanos na série, nós temos uma responsabilidade de não passar uma má imagem. Nós representamos nativos e é isso o que eles verão. Acho que é a hora da gente reescrever a história que Hollywood criou sobre os nativos, que era cabelo grande ao vento, pessoas nobres.

Spencer: Couro e pena.

Meraz: Perídos de couro e pena. Então agora você vê algum num cenário contemporâneo, e você nos vê como humanos. É ótimo. Eu acho que é uma coisa bem legal.

De um jeito humano?

Meraz: (Risadas) Sim, aqui vai, meio que humanos. Mas não somos demonizados, o que é importante. Foi feito com bom gosto.

Spencer: Eu digo, será um dos maiores filmes do ano. Deus.

O que vocês queriam mostrar da cultura Americana nativo durante o filme?

Meraz: Durante o processo de escolher os atores, enquanto eu esperava escutar a palavra se eu tinha conseguido o papel ou não, havia uma linha entre mim. Eu rezei todas as noites. Eu pedia permissão para representar a tribo Quileute. Eu coloquei muitos pensamentos positivos. Na essência, mesmo que pegamos algo da mitologia deles, a história criada por eles é misturada à fantasia, mas ainda é cultura. Seno nativo, precisamos estar consciente disso e pedir permissão às pessoas do passado, presente e futuro para isso. É uma coisa bem consciente. Americanos nativos, eles têm o direito de proteger a história deles.

Spencer: Somos todos nativos. Somos todos nativos. E não estamos falando apenas Americanos Nativos. (pontos para Pelletier) Ele é do Canadá.

Meraz: Nativos das Américas. Não é um termo linear.

Spencer: Nós tentamos representar bem, somos muito sortudos por podermos estar aqui e representar nosso povo de um jeito contemporâneo, e disso vem muita responsabilidade. Nós temos ofertas para papeis que não são específicos para nativos – um cara que não tem que ser nativo. Nós somos muito sortudos e abençoados por isso. Nós temos muito para oferecer. Nós viemos de um angulo diferente também. Nós viemos de um angulo diferente, sendo nativos. Nós temos um olhar diferente para vida. Gostamos do que a Stephenie escreveu e ela nos representou muito bem. Somos abençoados por estarmos aqui.


Parece que nativos americanos sempre são mostrados como velhos sábios. O único nativo americano sexy é o Adam Beach. Para vocês, isso deve ter sido bem animador. E também sendo nativos vocês tem uma conexão com animais. Fazendo um lobisomem vocês sentem algo diferente por animais – coiotes, lobos?

Spencer: Bem, você tem que ter um equilíbrio também. Eu conheço muitos nativos que são advogados e médicos e que não usam seus cabelos com tranças. Eu acho que essa é uma visão errada, a que Hollywood e a cultura pop têm de nós, um estereótipo. Nenhum de nós é assim.

Meraz: Hollywood achou que Adam Beach era o único nativo sobrevivente.

Spencer: Eu perdi muitos papeis para aquele cara (risos)

Meraz: Exatamente, sim, nós estávamos extintos exceto Adam Beach. Eles quase o colocaram na Smithsonian sendo o ultimo nativo americano! Então é bom que as pessoas fizeram pesquisas. Muito disso vem da Rene Haynes – ela foi uma nativa americana que fez a escolha dos personagens. Joseph Middleton fez as primeiras escolhas, mas Rene já tinha usado Chaske em outros projetos e eu também. Ela conhece as coisas. Isso foi uma coisa boa da Summit. Eles fizeram as escolhas certas para a alcatéia.


Que tipo de música vocês precisam escutar para se inspirar para matar Bella?

Meraz: Muito rap e hip-hop.

Spencer: Durante a malhação, escutávamos Beastie Boys, Metallica, Linkin Park.

Meraz: 50 Cent! Fitty!

Spencer: Fitty, claro! E depois eu escutei muito Mazzy Star durante “Lua Nova”.

Meraz: (canta) “Faaade into you …”

Spencer: Exatamente!

Meraz: Cara, isso é meio estranho, irmão. É emo!

Spencer: Foi a maneira que precisou de ir, cara!

Meraz: Eu pensei ter te visto chorar um pouco! Eu pensei ver um pouco de lágrimas também. Deixe-me tirar isso de você.

Vocês podem descrever sua relação no filme com Jacob? Porque tem momentos no filme que ele tem medo de vocês e outros momentos nos quais ele parece bem ao andar com vocês.

Pelletier: Ele é como meu irmãozinho certo?

Gordon: Ele é meu melhor amigo no filme. É meio assustador para nós vermos esses caras. Nós somos somente meninos normais, e esses caras correm sem camisa e nós pensamos que tinha uma gangue, dizendo que eles eram pacificadores da tribo e coisas assim.

Spencer: Nós o ajudamos a se transformar. Ele não quer virar um lobisomem. Ninguém quer isso. Isso só acontece, é o jeito que aprendemos. Quando os Cullen chegaram nós começamos a nos transformar. Meu personagem foi o primeiro então minha relação com os caras – eu sou tipo o irmão mais velho, o mentor, a figura paterna que os ajuda. Nós somos como irmãos, como uma banda de rock, e de repente Jacob começa a se transformar e ele tem que fazer algumas escolhas e tem que se juntar a nós. Nós o envolvemos e lhe dizemos que não é tão ruim.

Meraz: (risos) Não é tão ruim, irmão!

Gordon: Não é ruim cara!

Meraz: É como estar na puberdade e é isso que temos que dizer a Jacob. É como passar pela puberdade. Você vai ter muito pelo, coisas vão mudar, mas você supera tudo...

Spencer: Coisas do oficio...

Meraz: É coisas do oficio, mas você ficara bem irmão.

Spencer: Você se sentira engraçado...

Pelletier: Sua voz vai começar a mudar...


No filme vocês tem tatuagens. Vocês tem tatuagens de verdade, ou gostariam de ter?

Meraz: Todos nós temos tatuagens

Spencer: Todos temos tatuagens de verdade.

Meraz: Que demoraram tipo três horas para cobrir. Uma coisa que nós estamos conversando é talvez, dependendo de como as coisas forem indo, no final dos filmes, estamos pensando em fazer uma tatuagem da alcatéia.

Spencer: Sim foi uma grande experiência para todos nós.

Meraz: Foi um grande projeto.

Spencer: Um grande projeto que mudou nossas vidas.

O Taylor vai fazer a tatuagem também?

Spencer: Oh, Não posso falar por ele. (risos)

Meraz: Talvez se ele tiver 18 anos quando formos fazer!


Qual foi sua primeira reação quando viram seu papel no filme pronto?

Pelletier: Quando o Paul mudou, eu honestamente...

Meraz: Ele teve que trocar de cueca!

Spencer: É, ele foi muito legal!

Pelletier: … Eu literalmente tive arrepios. Eu fiquei tipo “Uau isso é demais!” Ficou maravilhoso. Chris Weitz fez um trabalho maravilhoso e a equipe de efeitos especiais também.

Meraz: Sim, Phil Tippett. Ele fez um trabalho maravilhoso com os efeitos especiais. Para mim, eu sempre quis estar em um filme que não era dirigido muito por CG, mas eu poderia ser algo maior que a vida, eu poderia ter um super poder. Então ser capaz de me transformar em um lobo e brigar e tudo isso, eu virei uma criança em uma loja de doces. Eu não podia pedir mais nada.

Os Lobos combinaram com vocês?

Todos: SIM!

Meraz: Tivemos maneirismos que o Phil Tippett e sua equipe fizeram para fazer os lobos indivíduos. Você pode dizer a diferença entre um lobo e o outro, e também isso teve a ver com como são nossos personagens e o que oferecemos.

Spencer: E nossos olhos. Nossos olhos ficaram os mesmos.

Pelletier: Nossos olhos verdadeiros estão nos lobos, então

Voltando à Jacob - vocês fizeram a mesma coisa com Taylor, importunaram ele?

Spencer: Oh yeah!

Meraz: Sim, é disso que estamos falando. Taylor foi uma parte disto tudo. Ele nos levou para jogar boliche uma vez. E joga muito bem. Um pequeno fato sobre ele.

Spencer: Ele é um bom garoto. Realmente um bom garoto.

Meraz: Ele é ótimo. Nós nos divertimos muito, todos. E Taylor também, esse foi seu filme. O primeiro filme era mais sobre os Cullen e sua família. Nesse, mostra todo o lado dos lobos, então eu acho que ele se sentiu muito bem e realmente queria passar mais tempo com a gente. Foi muito bom. Nós todos nos ajudamos e nos divertimos muito.

Spencer: Ele é um ator forte. Realmente um ator forte, e eu acredito que esse nível irá lançá-lo para um nível diferente. É um bom ator, coloca seu coração no que está fazendo. Vemos por seu corpo, ele ganhou 30 quilos. É dedicado.

Meraz: Como se ninguém soubesse!

Spencer: Ele é um dos caras mais legais que você vai conhecer.


Vocês não são, necessariamente, divulgadores de Lua Nova, mas o que acharam do filme?

Spencer: Eu vi o filme no avião, durante uma viagem à Vancouver, porque não tinha ouvido falar nada sobre Crepúsculo.

E sobre Lua Nova?

Spencer: Não, eu vou esperar pelo resultado final, com a música e tudo. Vou esperar.

Moderador: O final já saiu, eles assistiram ontem a noite.

Spencer: Ah, então você pode nos dizer! (Risos)

Pelletier: Você nos fala, exatamente!

Spencer: Como está a trilha sonora? Eu amei!

Vocês são chamados de alcatéia, os quatro parecem ser bem próximos. Vocês querem fazer disso um show e sair pelas estradas? Vocês são figuras de ação?

Pelletier: Eu não tenho idéia

Spencer: Eu amo esses caras, de verdade. Eles são como meus irmãos, e eu gostaria de apoiá-los em projetos diferentes. Não somos um circo viajante

Meraz: Muito diplomático Chaske. Adorei.

Spencer: Está certo

Meraz: Boa cara.

Taylor não é nativo Americano, então vocês podem falar sobre ensiná-lo o jeito nativo Americano?

Spencer: Ele foi muito aberto em relação a isso. Ele entende. Nós fizemos o melhor que podíamos com ele, e ele é o cara certo para o papel, e eu sou muito protetor dele.

Gordon: Ele é como nosso irmão.

Spencer: Ele é como nosso irmão. Nada além de amor por ele.

O que vocês o ensinaram?

Gordon: Isso fica entre nós e Taylor.

Spencer: (risos) Nós perguntamos varias coisas sobre as tribos e coisas assim, e nós conversamos com ele e contamos a ele – tem certas coisas que faço em minha cultura e contei a ele, e ele foi bem aberto.
Meraz: Na verdade nós não somos Quileutes. Nossas tribos não são Quileutes. Então para que representássemos aquela tribo foi como se nem fossemos nativos. Não importaria porque eles tem costumes diferentes de nós. Não foi como se tivéssemos que ensiná-lo a ser um Quileute, porque não sabemos isso. Nós todos temos nossa cultura para trazer as filmagens. E sabíamos como respeitar a mitologia da tribo e o Taylor é receptivo a isso.
Spencer: Ele tem sua própria cultura, e pode desenhar a partir disso.

Vocês querem falar sobre o que aprenderam dos Quileutes e o que sabem deles agora?

Meraz: Durante o processo das audições, eu pesquisei o que podia sobre os Quileutes sabendo que eles eram baleeiros e inspiraram suas canoas para parecerem navios. Eles eram muito rápidos, e capazes de ir de Washington até San Diego caçando baleias. Eu aprendi sobre sua mitologia, a historia da criação. Os Quileutes vieram dos lobos que se transformavam em pessoas, mas não voltavam a ser lobos. Isso é a coisa, eles não voltavam. Isso que a Stephenie mudou e pegou algumas coisas para colocar na fantasia.

Spencer: Eu fiquei abismado com a historia que você estava contando. Eu fiquei muito atraído a isso.

Moderador: Bronson, Kiowa, alguma coisa?

Pelletier: Foi basicamente isso, descobri a coisa das baleias.

É estranho para vocês passar tanto tempo sem camisa no filme, ou vocês ficaram confortáveis com isso?

Spencer: Qualquer coisa que deixar as garotas sentadas pelos ingressos! (risos)

Pelletier: É isso ai!

Meraz: É isso que estávamos falando para vocês: “Caras assistam o filme, porque suas namoradas vão assistir”.

Spencer: A coisa é que tem ação em “lua Nova”. Então tragam os namorados, eu acho que eles vão gostar.

Meraz: Eles não tem escolha. Suas namoradas estarão lá.

Spencer: Eles não tem escolha.

Meraz: Mas não foi estranho. Quando começamos a filmar, nós já estávamos trabalhando sem camisa. Você sabe, é como figurino. É mesmo. Você usa fazendo isso e aquilo. Você não pode ficar intimidado com seu corpo. Não é a hora de fazer isso, quando aquela luzinha vermelha esta piscando e você esta sendo filmado.

Spencer: E te ajuda a entrar no personagem.

Pelletier: Exatamente. Desde o momento que chegava lá com meus shorts e sem camisa. Eu sentia o papel, sabe?

Meraz: Desde a hora que eu ficava bronzeado, eu sentia (risos)

Pelletier: Bom bronzeado. Sempre ficava nas minhas meias.

Spencer: Aquela coisa é difícil de lavar.

Meraz: Acho que eles colocavam óleo de motor.

Pelletier: Você tenta lavar e fica melado….

Spencer: É marrom e cobre, eu sei. Como se alguém tivesse matado um homem.

O quão frio ficou, e vocês tiveram alguma oferta para sair em revistas ou em uma capa sem camisa?

Spencer: Sim, você sabe, essa franquia, você irá nos ver muito sem camisa. Não vamos mais tirar a camisa. Está tudo no filme, imortalizado.

Meraz: Estava no contrato. “cuidado vocês virarão objetos”.

Spencer: Ah sim. Somos os pedaços de carne.

Meraz: Mas eu fiz algo para a People Magazine sem camisa. Mas nesse ponto, é tudo a ver com o filme. Então esta tudo bem para essa franquia em particular. Se eu estivesse fazendo outra coisa e tivesse uma roupa, eu tenho certeza que gostariam de mim com roupa para a publicidade e coisas assim. Então é para um projeto.

Chegou a que temperatura?

Meraz: Menos de 1º C, e chovendo. Muito frio.

Spencer: Como ele disse, podíamos cortar o gelo com nossos mamilos.

Meraz: Tínhamos uma companhia de cortar vidro. A Alcatéia e amigos.

Fonte

1 comentários:

Anônimo disse...

eu adoro a turma da alcatéia de lua nova eles são d++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++.

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