Um conselho para os autores que querem ficar 143 semanas na lista de mais vendidos do “New York Times”: faça o que a mentora de “Crepúsculo” Stephenie Meyer fez e escute sua mãe. A autora apareceu no show da ‘Oprah Winfrey” na Sexta Feira à tarde para sua única entrevista que conduzia a liberação de “Lua Nova” e revelou um fato desconhecido sobre o segundo romance – o final mostraria bem menos do que mostrou de não fosse pelo conselho de sua mãe.“Minha mãe dizia, ‘Você sabe, Stephenie, talvez um pouco mais de ação no fim seria uma boa ideia. Talvez você precise disso.’ E ela estava certa, como sempre. Então depois de pensar sobre isso, eu introduzi os Volturi um pouco antes do que eu planejava na série. Toda aquela cena no final – agora é a minha parte favorita – está lá porque minha mãe me disse que seria melhor daquela forma.”
A maior parte da entrevista na Oprah focou e como Stephenie começou a escrever “Crepúsculo” – algo que todos os maiores fãs de Crepúsculos já estão bem familiarizados – mas serviu como uma ótima introdução para quem não conhecia. Como Oprah disse, “Se você não faz parte do mundo de ‘Crepúsculo’, comece a conhecê-lo.”
Stephenie teve a ideia para a história de ‘Crepúsculo’ com um sonho. Ela acordou na manhã seguinte – 2 de junho de 2003 (o primeiro dia de sua dieta de verão e das aulas de natação de seus filhos) – e começou a colocá-la em palavras. “Este sonho foi apenas algo que muito me interessou. Foi tão diferente de como estava o meu dia a dia na época, algo meio ‘fantasia’. E eu só queria lembrar-me dele, por isso comecei a escrevê-lo. Não porque eu pensei, ‘Isso seria uma ótima estória para um romance.’ Não. Foi apenas, ‘Eu não quero esquecer esta estória.’”
Por ter sido algo tão real, ela continuou a escrever. Depois de vários anos, sua vida estava tão focada em criar seus filhos que ela não passou muito tempo com si mesma. “Foi uma liberação. Foi a gota d’água. Eu estava escondendo quem eu fui por muito tempo, eu precisava me expressar. Quando seus filhos são pequenos, suas vidas dependem de você o tempo inteiro, e você realmente tem que se entregar a eles. É parte do trabalho. Então quem você é, sua imaginação e tudo isso, você precisa fazer com que espere... Então muito do que eu era – minha imaginação louca e aquela pessoa – estava na espera.”
A “mãe-faz-tudo que ficava em casa atrás de tudo isso” (como Oprah disse) falou que fazer o livro virar um filme era uma progressão natural porque era bem visualizado em sua cabeça. Escalar Edward foi a parte mais difícil, mas ela amou Robert Pattinson porque “ele apenas não parece com todos os outros.” Mais, “ele cheira muito bem. Rob é hilário. É a pessoa mais engraçada que eu conheço. Ele é muito legal para sair com você. Ele não é como o Edward. E interessante assisti-lo meio que deslocado porque ele é muito diferente como Rob e ele apenas muda.”
Vendo a matilha ganhar vida foi a parte mais emocionante no processo do filme de “Lua Nova”. “A primeira vez que os vi, tem esta cena em que todos eles entram de uma vez e a terra tem uma vibração. Eles são muito grandes e pareciam tão reais. Este, para mim, foi o momento mais incrível, eu quis chorar, pular e gritar. Foi incrível.”
No que há de vir, Stephenie disse nos bastidores, que não tem certeza se virá um quinto livro porque ela está um pouco cheia dos vampiros – talvez ela visite alienígenas na próxima vez. Atualmente, está trabalhando na versão do filme para “A Hospedeira” e pensando em mais dois livros para transformá-lo numa trilogia.
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